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TÓPICOS
AVANÇADOS DE MATEMÁTICA - PPGECE
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Introdução
Ementa
Objetivos
Bibliografia
Básica
Materiais
Disponíveis
Distribuição
dos Conteúdos Programáticos por Aula
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INTRODUÇÃO |
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O mundo em que vivemos hoje, embora não nos
apercebamos, depende fundamentalmente da Matemática.
As ondas eletromagnéticas para a TV e a informação
telefônica via satélite tiveram sua existência
primeiramente descoberta na Matemática, depois na Física.
Os aspectos teóricos da computação foram
desenvolvidos por matemáticos como J. von Neumann e A. Turing.
O desenvolvimento de um motor, de um circuito elétrico ou de um
chip de computador necessita de uma enorme quantidade de
cálculos matemáticos e de Teorias Matemáticas,
assim como a maioria dos aparelhos elétricos.
A era industrial só foi possível devido ao
desenvolvimento da Física e da Matemática por Newton,
Lagrange, Fourier, Cauchy, Gauss e outros cientistas.
Os conjuntos fractais surgem nos trabalhos dos matemáticos
Hausdorff e Besikovich, e depois foram popularizados por B.
Mandelbrot. As figuras que aparecem na Enciclopédia Encarta da
Microsoft são feitas por compactificaçãode imagens
obtidas por adaptação de idéias matemáticas
de auto-similaridade de fractais do matemático M. Barnsley.
A explicação física do fenômeno da
água se tornar gelo a zero graus e da magnetização
de objetos a baixas temperaturas, exige aplicaçãoda
Teoria Matemática da Probabilidade. Esta Teoria, no
início, dedicava-se apenas a calcular chances de ganhar ou
perder nos jogos de roleta. Isto antes de penetrar na Mecânica
Estatística e Quântica como ferramenta
insubstituível. Convém lembrar que o matemático W.
Gibbs foi um dos cientistas que estabeleceu os princípios da
Mecânica Estatística.
O entendimento da Teoria da Relatividade de Einstein e dos "buracos
negros" de S.Hawking deve muito ao desenvolvimento das Geometrias
Não Euclidianas (Axioma das Paralelas de Euclides -
século IV a.C.) por Gauss, Riemmann e Poincaré. A
questão, se era ou não possível deduzir o Axioma
das Paralelas a partir de outros, se estendeu por mais de 20
séculos até ser negado por Lobachewski no século
XIX. Surgem as Geometrias Riemmanniana e Hiperbólica.O
fenômeno de que a luz tinha velocidade constante independente do
referencial do observador que a media, apontava para a
direção de que o espaço-tempo deveria ter alguma
curvatura. Einstein, que aprendeu a Geometria Riemmanniana, encontrou
um modelo matemático para o fenômenos em questão,
através de um Geometria Não Euclidiana conveniente.
Várias Teorias Matemáticas resultaram, posteriormente, em
ferramentas para o entendimento de modelos das Ciências Naturais
com os quais a princípio não pareciam ter nenhum
relacionamento.
Os números complexos, introduzidos para dar sentido à
existência de soluções de equações
polinomiais, conduziram ao estudo do cálculo diferencial com
números complexos.Esta Teoria resultou ser, posteriormente,
extremamente útil para explicar o escoamento de fluidos
incompreensíveis. A teoria de S. Hawking para explicar os
"buracos negros" necessita de resultados envolvendo números
complexos e Mecânica Quântica (logo, requer resultados da
Teoria da Probabilidade). A formalização da
Mecânica Quântica só foi possível via a
fundamentação dada pelo matemático J. von Neumann,
utilizando a teoria de espaços de funções
desenvolvidas em grande parte pelo matemático D. Hilbert, que
jamais imaginaria que sua teoria matemática do começo do
século XX iria se aplicar a tal assunto.
A Teoria matemática das wavelets,
desenvolvida principalmente por volta de 1970, permitiu
consideráveis avanços em tomografia computadorizada.
Os livros-textos de Biologia, Economia, Agronomia, etc, usados nas
Universidades hoje em dia, contêm muito mais fórmulas
matemáticas e estatísticas que os usados 20 anos
atrás.
A tendência de todas as Ciências é cada vez mais se
"matematizarem" em função do desenvolvimento de Modelos
Matemáticos que descrevem fenômenos
(determinísticos ou aleatórios) naturais de maneira
adequada.
O ritmo intenso do desenvolvimento tecnológico dos tempos atuais
produz o seguinte fenômeno: é cada vez menor o tempo
decorrente entre o desenvolvimento de uma teoria matemática e
sua utilização prática.
Nas Ciências Sociais, a Estatística é, hoje em dia,
ferramenta extremamente útil para qualquer profissional da
área. Até para investir na bolsa de valores existem
teorias matemáticas e probabilísticas que possibilitam
maximizar o lucro auferido.
Em resumo, podemos afirmar que o domínio do uso da
Matemática, hoje em dia, é uma condição
necessária para o sucesso em uma quantidade enorme de
profissões. As projeções para o futuro
próximo indicam que esta tendência deve se intensificar.
Para os Estados Unidos projeta-se que já neste começo do
século XXI os white-collars
(trabalhadores que precisam de algum estudo de nível superior)
serão em maior número do que os blue-collars (trabalhadores
braçais). A automação e o computador
produzirão também a ocorrência do mesmo
fenômeno no resto do mundo em um futuro razoavelmente
próximo.
Na maioria dos programas de nível superior
nos Estados Unidos, o estudante deve fazer algum curso de
Matemática. Numa sociedade moderna em que a "eficiência"
é um dos objetivos maiores, maximizar benefícios e
minimizar perdas é essencial. Nestes casos,
invariavelmente, algum modelo matemático deve entrar em jogo.
Em 1936, o
cientista inglês Alan Turing propôs um modelo
matemático cujo poder
computacional se equivale ao computador mais moderno de que se tenha
conhecimento. Com a Máquina de Turing, nascia a
Ciência da
Computação.
Na década de 40, o matemático húngaro
John von
Neumann desenvolveu a
Arquitetura de von Neumann, um modelo que define um computador dividido
em dois módulos - Memória e Unidade Central de
Processamento (UCP).
Todos os computadores que conhecemos são baseados no modelo
de
von
Neumann. A revolução digital subdividiu a
Computação em diversas áreas,
todas elas fundamentadas por conceitos científicos
já
conhecidos. O
ramo da comunicação de dados, em plena
expansão,
se baseia em
princípios de manipulação de sinais
analógicos e digitais. A Álgebra
Linear tornou possível a Computação
Gráfica. Do mesmo modo, diversas
áreas da Computação evoluem a partir
de
fundamentos físicos e
matemáticos há muito tempo desenvolvidos.
Atualmente,
computadores
pessoais ou de grande porte são apenas ferramentas que
utilizamos para
colocar em prática os conceitos estudados.
A Matemática
Aplicada e a Computação Científica
tornaram-se,
nos últimos anos,
ferramentas importantes no desenvolvimento das mais variadas
áreas da
atividade científica. Da modelagem biológica
à
simulação dos mais
complexos tipos de escoamentos, da simulação do
mercado
financeiro e de
seguros à previsão do tempo, são
exemplos de
áreas, entre muitas
outras, nas quais tanto a modelagem matemática quanto a
conseqüente
simulação computacional têm
desempenhado papel
fundamental para o seu
recente desenvolvimento.
A
combinação de métodos
numéricos com métodos matemáticos
é uma
fonte de desafios e
descobertas. O aperfeiçoamento dos pacotes tem nos permitido
realizar
cálculos rápidos, testar com facilidade a
influência dos parâmetros
presentes nos modelos, testar simplificações,
diferentes
discretizações, etc.
Os métodos
numéricos são
métodos de convergência que
apresentam uma seqüência de cálculos
simples,
porém repetitivos. Devido
a estas características, são normalmente
oferecidos como softwares
para
execução no
computador. Estes métodos simulam uma realidade e apresentam
vantagens
inquestionáveis, a saber: possibilidade de executar
várias versões de
possíveis soluções a fim de se otimizar
a resposta,
rapidez na resposta,
menor custo em relação aos métodos
experimentais e
razoável facilidade
de execução.
Talvez
a
aplicação
mais importante do
Cálculo Diferencial e Integral seja as
equações
diferenciais. Muitas leis da Física, da Química,
da
Biologia, da Engenharia e da Economia são descritas em
termos de
equações diferenciais, ou seja,
equações
envolvendo funções e suas derivadas. As
equações diferenciais são importantes
em
Engenharia e Ciências porque as utilizamos para descrever
como os
sistemas mudam. Quando físicos ou cientistas usam o
Cálculo, em geral o fazem para analisar uma
equação diferencial surgida no processo de
modelagem de
algum fenômeno que eles estão estudando. Embora
seja
freqüentemente impossível encontrar uma
fórmula
explicita para a solução de uma
equação
diferencial, aproximações gráficas e
numéricas muitas vezes fornecem a
informação
necessária. Objetivamos encontrar
soluções
analíticas exatas quando possível, e comparar os
erros
dos métodos numéricos.
Agora, que acreditamos ter conscientizado o
visitante da importância da Matemática no mundo atual,
vamos falar um pouco sobre os profissionais que atuam nesta área.
Muitas vezes é desconhecido do cidadão
comum que a Matemática é uma Ciência viva e que um
intenso trabalho de pesquisa é desenvolvido hoje em dia nesta
área.
"Nos
últimos 30 anos a quantidade de páginas escritas
de trabalhos publicados em Matemática
é maior do que o número
de páginas escritas sobre
Matemática desde a Grécia antiga até a 30 anos
atrás".
A. Odlyzko, do AT & T Bell Laboratories
O Brasil foi recentemente promovido ao Grupo IV da
International Mathematical Union (IMU). Atualmente 66 países
são associados à IMU, e esta promoção
coloca o Brasil em posição de igualdade, no que diz
respeito à qualidade da pesquisa em Matemática com a
Índia, Holanda, Suiça e Suécia, ficando abaixo
somente dos países do Grupo V; quais sejam Canadá, China,
França, Alemanha, Israel, Itália, Japão,
Rússia, Inglaterra e Estados Unidos.
Apesar disto, muitas razões concorrem para o
desconhecimento da pesquisa em Matemática.
A primeira delas é que por sua própria
natureza, um resultado matemático usa outros resultados
anteriores e assim por diante de tal modo que é difícil
descrever para um leigo a importância dos resultados obtidos
pelos matemáticos atuais. Sendo assim, o cidadão comum
não tem em geral conhecimento da pesquisa em Matemática
atual. Convém também lembrar que a Matemática que
se aprende hoje no ensino médio e no ensino superior, que se
aplica numa enorme quantidade de situações
práticas, foi considerada pesquisa Matemática algum tempo
atrás.
A segunda razão, talvez seja o fato de que
não existe um Prêmio Nobel em Matemática. A. Nobel
(1833-1896) foi um cientista sueco que criou uma fundação
que anualmente premia cientistas de várias áreas do
conhecimento como Física, Química, Medicina, Literatura,
etc. Como não existe um Prêmio Nobel em Matemática,
muitos pensam erradamente que não existe pesquisa atual nesta
área. O prêmio correspondente ao Prêmio Nobel, na
área da Matemática é a Medalha Fields que é
outorgada pela International Mathematical Union a cada 4 anos a 4
matemáticos distinguidos que tenham menos de 40 anos de idade.
Recentemente o matemático francês J.C. Yoccoz da
Universidade de Paris-Sud recebeu este prêmio. Este
matemático passou grande parte de sua vida no Brasil trabalhando
e desenvolvendo pesquisas matemáticas junto com pesquisadores
brasileiros.
Intenso trabalho de pesquisa se realiza hoje nas
áreas centrais da Matemática.
Os Fractais, os Sistemas Caóticos, Cellular
Automata, a Teoria das Catástrofes, a Geometria das
Variedades
Mínimas, as Aplicações da Topologia
Algébrica a problemas de Mecânica Quântica, a Teoria
das wavelets, as Aplicações Matemáticas
à Teoria da Computação são alguns dos
tópicos que mais se popularizaram.
Outros temas igualmente importantes e profundos
estão sendo desenvolvidos por matemáticos, embora seja
difícil de explicar sua importância para leigos.
Nada impede que estes tópicos passem de uma
hora para outra a serem mencionados em periódicos de maior
divulgação no momento em que alguém encontre um
modelo real em que tais teorias possam ser aplicadas.
Recentemente um matemático inglês
resolveu a celebrada conjectura de Fermat.
A conjectura de Riemmann acerca dos zeros de uma
certa função é a questão ainda não
resolvida mais famosa da Matemática atual. Uma série de
outras questões importantes em Geometria, Análise,
Álgebra e em Mecânica Quântica seriam
matematicamente resolvidas se tal conjectura fosse verdadeira.
Ricardo Mañé (1948-1995), um
matemático trabalhando no IMPA (Rio de Janeiro), resolveu em
1987 a conjectura da estabilidade estrutural que é considerada
um dos resultados mais importantes da Teoria dos Sistemas
Caóticos.
Celso Costa em sua tese de doutorado no IMPA (Rio de
Janeiro), exibiu em 1982 um exemplo de uma superfície
mínima com certas propriedades especiais. Este exemplo responde
negativamente a uma conjectura também famosa. Esta
superfície, que é conhecida no mundo inteiro como a
superfície de Costa, foi inspirada, segundo o autor, por um
chapéu de um passista de uma escola de samba do Rio de Janeiro.
O universo dos problemas matemáticos os quais
não temos a menor idéia de como resolvê-los
é inesgotável. Ao mesmo tempo, a toda hora, as
Ciências Naturais, colaborando com a Matemática, sugerem
uma série de novos problemas matemáticos cuja
solução é relevante e ainda desconhecida.
O matemático desenvolve a Teoria
Matemática através da sua intuição do que
é fundamental e profundo em Matemática. A
Matemática é fundamentalmente "resolução de
problemas matemáticos".
O eminete botânico Sir D'Arcy Thompson disse
uma vez que tudo o que é belo em Matemática, mais cedo ou
mais tarde será de importância em algum fenômeno
natural.
Quando um matemático encontra a
solução para algum problema matemático e este
resultado lhe parece interessante, ele quer que seus colegas o
apreciem. O fruto deste trabalho é então publicado em uma
revista de Matemática de circulação internacional,
os chamados papers. Posteriormente, alguns destes resultados (em geral
que têm maior profundidade do ponto de vista matemático)
passam a ser utilizados por cientistas de outras áreas mais
aplicadas.
A Matemática, num certo sentido, é uma
arte. A análise e a engenhosidade na obtenção da
solução de um problema matemático possui um valor
estético intrínseco. Uma série de resultados se
encaixam "magicamente" num resultado final que, ou surpreende, ou
encanta, ou nos coloca uma pulga atrás da orelha: será
que isto é mesmo verdade?
A demonstração matemática
é enfim o que vai precisar se o resultado está certo
ou errado. A demonstração em Matemática
desempenha o papel que a experiência desempenha na Física.
É ela o referencial da veracidade ou não do resultado
matemático.
Cumpre destacar que para um profissional que vai
apenas utilizar uma técnica matemática, nem sempre a
apresentação de uma demonstração
matemática pode ser elucidativa. Acima estamos falando da
Matemática em si e não na sua aplicação em
um ramo específico do conhecimento. Muitas vezes, quando se
precisa utilizar uma certa técnica, a situação
real não é bem igual ao que se aprendeu na universidade.
É necessário fazer pequenos ajustes no modelo que foi
ensinado. Neste momento, entender o resultado matemático (e
algumas vezes até a sua demonstração) pode ser de
grande utilidade.
Exatamente devido a sua prova matemática, um
resultado matemático é eterno. É válido
hoje como também o será daqui a milhares de anos; ou
seja, assumidas certas hipóteses, segue da prova
matemática que tais e tais propriedades são
válidas.
O último quarto do século XX foi de
realizações sem precedentes para a Álgebra. Todos
ouviram falar da demonstração do Último Teorema de
Fermat. Embora não tão comentada, não menos
importante foi a obtenção da classificação
dos grupos finitos simples. Contudo, o que poucos sabem, é que a
própria existência da World Wide Web só é
possível devido a códigos corretores de erros eficientes
e a métodos de criptografia simples e confiáveis, todos
baseados em sistemas algébricos. Outras
implicações da Álgebra seriam: mídia
digital (CD, DVD, etc.), telefonia celular, teoria de
informação (transmissão e correção
de dados digitais), etc.
A quantidade de questões que não
sabemos responder é monstruosamente maior do que o número
de resultados estabelecidos.
Esta disciplina objetiva explorar alguns poucos tópicos que
deveriam ser trabalhados nos cursos de graduação.
Convidamos você para embarcar juntos nesta viagem!
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Não
existe um estilo único de
aprendizado. Em qualquer
classe haverá sempre alunos que trabalham bem individualmnete e
outros que trabalham melhor em grupos, alguns preferem o aprendizado
com base em leituras e outros que prosperam em um ambiente de oficina
didática, alguns que apreciam manipulações
técnicas, outros adeptos de métodos numéricos (com
ou sem um computador) e alguns que exibem forte intuição.
Um bom curso usa
uma
variedade de maneiras de apresentar o material, para que todos os tipos
de estudantes possam encontrar um caminho a seguir. Em
consonância com essas idéias, procuraremos
apresentar os
tópicos expositivamente, tecnicamente, visualmente e
verbalmente. Nosso objetivo primeiro é o de oportunizar o
sucesso acadêmico dos estudantes num curso de qualidade.
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Através
do livro-texto, da bibliografia indicada abaixo, e de artigos e
apostilas elaboradas pelo Professor, além dos materiais
disponíveis nesta página, abordaremos os conteúdos
de aula.
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Algumas
aulas serão expositivas, quando o Professor desenvolverá
a teoria; em outras serão utilizadas aulas de exercícios,
ora individuais, ora em grupos. Oportunamente, utilizaremos o
laboratórios de informática para a
resolução dos problemas relacionados através de softwares específicos.
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EMENTA |
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Tópicos de
derivadas, integrais,
números complexos, equações diferenciais
ordinárias e equações diferenciais parciais.
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Métodos
numéricos: zeros reais de funções
reais, ajuste de curvas pelo método dos mínimos
quadrados, interpolação, resolução de
sistemas lineares, soluções numéricas de
equações diferenciais ordinárias – problemas
de valor inicial e de contorno.
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OBJETIVOS |
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Nesta
disciplina temos a intenção de mostrar o poder dos
métodos desenvolvidos, usando aplicações mais
realistas e complexas.
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Campos
de inclinações podem ser usados para
visualizar o comportamento das equações diferenciais de
primeira ordem. A ênfase está nas soluções
qualitativas, na modelagem e na interpretação. POdem ser
incluídas aplicações a modelos populacionais
(exponencial e logístico), ao alastramento de doenças, a
equações do tipo presa-predador e à
exclusão competitiva. Exemplos estes que enriquecem a
visão dos estudantes acerca da aplicabilidade das
equações diferenciais aos mais variados ramos das
Ciências.
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Na
abordagem das equações
diferenciais de segunda ordem com coeficientes constantes: a
equação da mola, tanto o caso com amortecimento quanto o
sem amortecimento, e soluções usando números
complexos, o estudante poderá sair sabendo o que é uma
equação diferencial, como
aproximar sua solução gráfica e numericamente, e
como determinar algumas soluções analíticas, tudo
no contexto de aplicações substanciais.
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Usualmente
a derivada tem sido introduzida como a taxa de
variação de uma função na disciplina de
Cálculo 1.
Lá se vê como usar a
integral definida para calcular variações na
função original a partir da derivada. Mais tarde,
introduzimos as antiderivadas e o processo de "voltar para
trás'' (por mais redundante que seja) partindo da derivada para
a função original.
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Em
boa parte deste curso, começaremos com
uma equação que envolve a derivada de uma
função desconhecida, e "voltaremos para trás''
para obter a função original. A esse tipo de
equação dá-se o nome equação diferencial.
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Embora
possa ter passado despercebido, o estudante atento
pode observar que já vem resolvendo equações
diferenciais há algum tempo. Toda vez que precisamos aplicar uma
antiderivada para obter a primitiva de f(x), estamos na verdade
resolvendo a equação diferencial dy/dx=f(x). O aspecto
novo é que o lado direito da equação diferencial
pode agora ser uma função de y, ou de ambos x e y, em vez
de apenas x.
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Objetivamos,
ainda: |
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- Instrumentalizar
o aluno para aplicação, em
situações
práticas, dos conceitos
matemáticos;
- Aprender a encontrar
modelos matemáticos que representem certos problemas
concretos
(noções
de modelagem matemática), em especial quando estes se
referem às
equações diferenciais e aos métodos
numéricos;
- Familiarizar-se com
a escrita matemática e a linguagem computacional;
- Ter
noções básicas
sobre equações diferenciais ordinárias
e parciais,
e sobre os vários
métodos necessários para a
resolução tanto
de modo teórico como
computacional, conseguindo manipulá-las, mostrando destreza
na
apresentação e
interpretação de dados;
- Representar
fenômenos na forma algébrica e na forma
gráfica;
- Consolidar o
processo de auto-formação, buscando autonomia e o
princípio
investigativo, entrando em contato com pesquisas recentes na
área de
matemática aplicada;
- Manipular e interpretar
planilhas eletrônicas e sofwares
profissionais.
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Com isto, espera-se que o aluno seja
capaz de:
- Aplicar
os
conceitos
básicos aqui desenvolvidos como uma ferramenta para
pesquisas e
aplicações precisas em sua área de
atuação;
- Através
destas ferramentas, abordar problemas
aplicados e
enfrentar ou propor com naturalidade novas tecnologias.
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O programa da disciplina prevê o
estudo de:
- Métodos
iterativos para se obter zeros reais de funções reais;
- Métodos
diretos e métodos iterativos para resolução de
sistemas lineares;
- Interpolação
de dados: polinomial, linear, inversa, spline cúbica;
- Ajuste de
curvas pelo métodos dos mínimos quadrados;
- Soluções
numéricas de EDO.
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A
metodologia de
ensino
envolverá
a análise de textos e dados visando a construção
de
conhecimento significativo sobre temas a partir dos conhecimentos
anteriores dos alunos. |
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BIBLIOGRAFIA
BÁSICA |
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- RUGGIERO, M.A.G.; LOPES, V.L. da R.;
Cálculo
numérico: aspectos teóricos e computacionais.
São Paulo, Makron Books, 2a. Edição, 1998.
- BOYCE, W.E.;
DIPRIMA, R.C.; Equações
diferenciais elementares e problemas de valores de contorno.
7. ed. Rio de
Janeiro: LTC, 2002.
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Recomendamos
fortemente a seguinte bibliografia complementar: |
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- ANTON, H.; Cálculo; um novo horizonte, volume 1.
Porto Alegre, Bookman, 578 pp., 2000.
- ATKINS, P.W.; Físico-Química.
Rio de Janeiro, LTC, 1997.
- BASSANEZI,
R.C.; Ensino-aprendizagem com
modelagem matemática: uma nova estratégia.
São Paulo, Contexto, 2002, ISBN 85-7244-207-3.
- BASSANEZI,
R.C.;
FERREIRA JR., W.C.; Equações
diferenciais com aplicações. São Paulo:
Harbra, [s.d.].
- BLOCH, S.C.; Excel
para Engenheiros e Cientistas.
RJ, LTC, 2004, ISBN 85-216-1395-4.
- BOBADILLA,
L.O.;
GONZÁLES, E.R.; La
historia de un empujón: un vistazo a las ecuaciones
diferenciales ordinarias y a los sistemas dinámicos.
México, Universidad Nacional Autónoma de
México,
Temas de Matemática para Bachillerato 2, 2003, ISBN
968-36-9890-5.
- BRONSON, R.;
Moderna
introdução às
equações diferenciais. São Paulo:
McGraw-Hill do Brasil, 1977.
- CLAUDIO,
D.M.; MARINS, J.M.; Cálculo
Numérico Computacional,
São Paulo: Atlas, 1994.
- CUNHA, M.C.C.;
Métodos
Numéricos.
Campinas,
UNICAMP, 2003. ISBN 85-268-0636-X.
- FERREIRA,
R.S.; Matemática
aplicada às ciências agrárias: análise de
dados e modelos. Viçosa, Editora UFV, 1999, ISBN
85-7269-038-7.
- HAETINGER,
C.; DULLIUS, M.M.; QUARTIERI,
M.T.; Grupo de estudos
no uso de aplicativos matemáticos computacionais de baixo custo
no ensino de graduação.Cd-rom, FUVATES, 2004,
ISBN
85-98611-11-5.
- HANSELMAN,
D.; LITTLEFIELD, B.; Matlab 6: curso completo.Prentice
Hall, 2003, ISBN 85-87918-56-7.
- HOFFMANN, L.D.;
Cálculo:
um curso
moderno e suas aplicações.
2. ed. Rio de Janeiro:
LTC, 1998.
- LARSON, R.
E.; EDWARDS, B. H.; HOSTETLER, R. P.; FARIAS, A. Alves de - trad.;
Cálculo com
aplicações. 4. ed. Rio de Janeiro: LTC,
c1998.
- Manual de
Fórmulas Técnicas.
GIECK, Hemus, 2001, ISBN
8528904172.
- NETO, F.D.M.;
PEREIRA,F.R.; Modelagem
na Indústria:
Uma Viagem das Ciências Básicas à
Engenharia.
Belo Horizonte-MG, UFMG, I Bienal da SBM, 2002, pp. 1-156. [2,90Mb]
- OGATA, K.;
Engenharia de
controle moderno. 3.
ed. Rio de Janeiro: LTC, 2000.
- OLIVEIRA,
E.C. de;
MAIORINO, J.E.; Introdução
aos
Métodos da
Matemática Aplicada.
Campinas, UNICAMP, 2003. ISBN
85-268-0638-6.
- OLIVEIRA,
E.C. de; TYGEL,
M.; Métodos
Matemáticos
para a
Engenharia. São
Carlos, Sociedade Brasileira de
Matemática
Aplicada e Computacional, Textos de Matemática Aplicada e
Computacional, volume 1, 2001, ISBN 85-86883-03-4.
- PAZOS, F.;
Automação
de sistemas e
robótica. Rio de Janeiro: Axcel, 2002.
- STEWART,
J.; Cálculo,
volume II, 4a.
edição. São Paulo, Pioneira (Thomson
Learning), 2002, ISBN 85-221-0236-8.
- ZILL, D.; Equações diferenciais com
aplicações em modelagem. Thomson (ABDR), 2003.
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MATERIAIS
DISPONÍVEIS |
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Estamos disponibilizando
diversos
materiais complementares a esta disciplina. Alguns deles apresentam um
grau de aprofundamento maior, ficando a cargo do aluno interessado sua
leitura. Ao longo do curso, indicaremos nas respectivas aulas,
conforme cronograma abaixo, quais são as leituras mais
prementes. A divisão em Leitura Obrigatória/Complementar
distingue entre o material a ser
diretamente usado em aula
(apostila, por assim dizer), e o material de apoio. O item Leitura
Investigativa Eletiva corresponde a aplicações
diversas
relacionadas aos temas em questão, e que deverão
ser
estudados por conta própria pelo aluno. Sempre
que
possível, estaremos disponibilizando os materiais em
versão eletrônica, inclusive através do
ambiente UNIVATES Virtual;
nos casos
em que isto
não seja
possível, os mesmos estarão
à
disposição com o pessoal da Secretaria de
Pós-Graduação da UNIVATES.
Eventuais softwares
indicados estão
mais detalhados na página download.
Desde já, pedimos a colaboração de
vocês para aumentarem esta listagem de assuntos.
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SISTEMÁTICA DE
AVALIAÇÃO PARA CLASSIFICAÇÃO |
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A disciplina será ministrada por
mim e pela Profa. Maria Madalena, cada qual com 50% das aulas e com 50%
do peso da avaliação para emissão de conceito, de
forma independente. A seguir descreveremos a sistemática a ser
seguida em minhas aulas.
Utilizaremos a seguinte
sistemática de avaliação para a
classificação: a cada aula os alunos serão
convidados a fazerem uma avaliação do andamento da
disciplina, disponibilizando seus comentários no diário
de bordo do ambiente UNIVATES Virtual.
Esta avaliação deverá conter, preferencialmente,
uma análise da forma de atuar na disciplina, tanto do
próprio aluno, como dos seus pares e do professor, apontando
pontos a serem melhorados, com respectivas sugestões de melhoria.
- A
classificação será dada através da
realização de duas tarefas avaliativas (TA1 e TA2, por
brevidade), correspondentes aos dois bolcos de três aulas
ministradas. A cada atividade será atribuída
uma nota parcial de zero a 10, denotada por NP1 e NP2.
- A turma
será dividida em 5 grupos, denotados por G1, G2, G3, G4 e
G5,
conforme afinidade.
- Cada
grupo terá uma lista de exercícios e atividades definida
pelo professor, por TA, sobre o qual
deverá elaborar um material escrito em resposta. Este material
deverá conter os respectivos enunciados das questões
propostas.
- Cada grupo
é responsável por deliberar sobre a forma de
participação dos seus integrantes, bem como sobre a
aceitação ou não de incluir o nome de integrantes
que eventualmente não tenham colaborado a contento.
- A TA1
deverá ser entregue até o início da Aula 10, e a
TA2 deverá ser entregue em até 15 dias após a Aula
12.
- Toda entrega de
material avaliativo deverá ser feito junto à Secretaria
de Pós-Graduação, mediante assinatura de entrega e
recebimento.
- A nota parcial
(NPC) do conjunto de 6 aulas por mim ministradas será composta
pela
média aritmética simples das notas NP1 e NP2, ou seja,
NPC=(NP1+NP2)/2.
- A nota
final (NF) da disciplina será composta pela
média aritmética simples das notas parciais do Prof.
Claus (NFC) e da Profa. Maria Madalena (NFMM). Explicitamente,
NF=(NPC+NPMM)/2.
- Caso a NF
seja maior ou igual a 5,0, o aluno receberá o confeito final
(CF) APROVADO; caso contrário, será considerado REPROVADO.
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AULA 1 - 09/05 - sexta-feira - lab. inf. 207-1: ZEROS REAIS DE
FUNÇÕES REAIS
- TÓPICOS ABORDADOS: a pesquisa
na Matemática contemporânea: motivação,
ramos e divisões da Matemática, a Matemática no
mundo atual, a pesquisa em Matemática, o pensamento
matemático, a Matemática no Brasil, os grandes problemas
em aberto. Esquema
para resolução de problemas através de
métodos numéricos; introdução ao estudo de
zeros reais de funções reais; isolamento de
raízes; Teorema de Bolzano-Weierstrass; estudo das
variações de sinal; solução gráfica;
refinamento através de métodos iterativos;
critérios de parada; método da bisseção;
método da posição falsa; método do ponto
fixo; método de Newton-Raphson; método da secante;
comparação entre os métodos.
- LEITURA OBRIGATÓRIA 1: HAETINGER, C.;
Navegando
pela Matemática
contemporânea:
uma abordagem superficial e incompleta da pesquisa em
Matemática.
Lajeado-RS, UNIVATES, (2001), pp. 1-61. [217Kb]
- LEITURA
OBRIGATÓRIA 2: RUGGIERO, M.A.G.; LOPES, V.L. da R.;
Zeros reais de
funções reais. Em Cálculo
numérico: aspectos teóricos e computacionais.
São Paulo, Makron Books, 2a. Edição, 1998,
Capítulo 2, pp. 27-82.
- SOFTWARES:
Graphmatica, Winplot,
Planilha
- LEITURA COMPLEMENTAR 1: GRAVINA, M.A.; O
quanto precisamos
de tabelas na construção de gráficos
de
funções?.
Sociedade Brasileira de
Matemática, Revista do Professor de
Matemática 17, (1990), pp. 27-34.
- LEITURA COMPLEMENTAR 2: FERREIRA,
R.S.; Função. Em
Matemática
aplicada às ciências agrárias: análise de
dados e modelos. Editora UFV, (1999), Capítulo 1, pp.
27-101
- LEITURA
COMPLEMENTAR 3: JESUS,
A.R. de; SANTOS, M.M.G.; Visualizando
funções
com o Winplot. Belo
Horizonte-MG, UFMG,
I Bienal da SBM, 2002.
- LEITURA COMPLEMENTAR 4: ALMEIDA, F.J. de;
Implementação
de Disciplina
de Métodos
Computacionais no Curso de Engenharia Mecânica,
pp. 1-5,
(2004).
[501Kb].
- LEITURA COMPLEMENTAR 5: FILHO, G.P.C.;
RIBEIRO,
J.W.;
GONÇALVES, D.H.; Programação
Simbólica e Teoria de Ausubel no Aprendizado de
Métodos
Numéricos,
pp. 1-5, (2004). [306Kb].
- LEITURA COMPLEMENTAR 6: SILVA, R.E.; SILVA,
D.D
e.;
SANTOS, G.B. dos; Matemática
na Computação - Uma Crítica
à Visão
dos Alunos, pp. 1-4, (2004).
[502Kb].
- LEITURA
COMPLEMENTAR 7: ANDRADE,
D.; O
Método de
Newton. Cálculo
Diferencial e Integral: um KIT de
Sobrevivência.
Universidade Estadual de Maringá , worksheet
(requer
MAPLE).
[33,2Kb]
- LEITURA
COMPLEMENTAR 8: ANDRADE,
D.; O
Método de
Newton-Raphson.
Cálculo Diferencial e Integral: um KIT de
Sobrevivência. Universidade Estadual de Maringá , worksheet
(requer MAPLE). [130Kb].
- LEITURA COMPLEMENTAR 9: SATUF, F.; O método da bisseção.
Revista Matemática Universitária, volume 36, SBM, (2004),
pp. 39-50.
- TAREFA
AVALIATIVA 1, GRUPO 1: ex 1a, ex 5, ex 11a, ex15a
- TAREFA
AVALIATIVA 1, GRUPO 2: ex 1b, ex 11b, ex 15b, ex 19
- TAREFA
AVALIATIVA 1, GRUPO 3: ex 1c, ex 11c, ex 16a, ex 19
- TAREFA
AVALIATIVA 1, GRUPO 4: ex 1d, ex 12, ex 16b, ex 23
- TAREFA
AVALIATIVA 1, GRUPO 5: ex 1e, ex 5, ex 19, ex 23
AULA 2 -
10/05 - sábado - lab.inf. 207-1: ESTUDO ESPECIAL DE
EQUAÇÕES POLINOMIAIS
- TÓPICOS ABORDADOS:
introdução ao estudo especial de equações
polinomiais; localização de raízes; Teorema
Fundamental da Álgebra; Regra dos Sinais de Descartes; Teorema
das Seqüências de Sturm; determinação das
raízes reais; Método dos Parênteses Encaixantes
para calcular o valor numérico de uma função
polinomial; Método de Newton para zeros de polinômios.
- LEITURA
OBRIGATÓRIA 1: RUGGIERO, M.A.G.; LOPES, V.L. da R.;
Estudo especial de
equações polinomiais. Em Cálculo
numérico: aspectos teóricos e computacionais.
São Paulo, Makron Books, 2a. Edição, 1998,
Capítulo 2, pp. 82-104.
- SOFTWARES:
Graphamtica, Winplot, Planilha
AULA 3 - 16/05 - sexta-feira - sala 327-1:
INTERPOLAÇÃO
- TÓPICOS
ABORDADOS: introdução à
interpolação; conceito; interpolação
polinomial; formas de obtenção do polinômio
interpolador - resolução de sistemas lineares X formas de
Lagrange; interpolação linear; estudo do erro na
interpolação; interpolação inversa; escolha
do grau do polinômio interpolador; funções spline
em interpolação; spline linear interpolante; spline
cúbica interpolante; alguns comentários sobre
interpolação.
- PALESTRA
(18:30hs): MICHAEL MARQUES - Splines: conceito e
utilização.
- LEITURA
OBRIGATÓRIA 1: RUGGIERO,
M.A.G.;
LOPES, V.L. da R.; Interpolação.
Em Cálculo Numérico: aspectos teóricos e
computacionais, segunda edição, Makron Books, (1998),
Capítulo 5, pp. 211-261.
- LEITURA
COMPLEMENTAR 1: ANTON,
H.; RORRES,
C.; Interpolação
spline cúbica.
Em Álgebra Linear com Aplicações, oitava
edição, Bookman, (2001),
Capítulo 11, pp. 384-390.
- LEITURA
COMPLEMENTAR 2: MARTINEZ, C. de S.; Interpolação.
Não publicado.
- LEITURA
COMPLEMENTAR 3: BÖCKEL, E.A.; Interpolação de dados:
interpolação polinomial. Não publicado.
- LEITURA
COMPLEMENTAR 4: FILHO, A. das N.C.; Krigagem. Não publicado.
- LEITURA
COMPLEMENTAR 5: HANSELMAN, D.; LITTLEFIELD, B.; Interpolação de dados
usando Matlab. Em Matlab
6: curso completo. Prentice
Hall, (2003), ISBN 85-87918-56-7.
- LEITURA
COMPLEMENTAR 6: BOOR, C. DE; Spline
Toolbox for use with Matlab,
User's Guide, version 3, pp. 1-216. [3,69Mb.
- LEITURA
COMPLEMENTAR 7: BIEMBENGUT,
M.S.; HEIN, N.; Abelhas,
cubagem da madeira, criação de perus,
considerações finais. Em Modelagem
Matemática no Ensino, Editora Contexto, (2000), pp. 96-108,
109-116, 117-124.
- TAREFA
AVALIATIVA 1, GRUPO 1: ex 1a
- TAREFA
AVALIATIVA 1, GRUPO 2: ex 3
- TAREFA
AVALIATIVA 1, GRUPO 3: ex 7 primeira parte
- TAREFA
AVALIATIVA 1, GRUPO 4: ex 10 primeira parte
- TAREFA
AVALIATIVA 1, GRUPO 5: ex 12
AULA 10 - 07/06 -
sábado - lab. inf. 103-7: AJUSTE DE CURVAS
- TÓPICOS
ABORDADOS: introdução ao ajuste de curvas, caso
discreto, exemplos, método dos mínimos quadrados, caso
discreto, exemplos, caso não-linear, exemplos, teste de
alinhamento, estudo do software
LabFit, exemplos de aplicações de ajuste de curvas,
regressão linear, regressão multilinear.
- SOFTWARE:
LabFit
- LEITURA
OBRIGATÓRIA 1: RUGGIERO,
M.A.G.;
LOPES, V.L. da R.; Ajuste de
curvas pelo método dos quadrados mínimos. Em
Cálculo Numérico: aspectos teóricos e
computacionais, segunda edição, Makron Books, (1998),
Capítulo 6, pp. 268-291.
- LEITURA
OBRIGATÓRIA 2: ANDRIOTTI,
J.L.S.; Correlação
e regressão lineares. Em Fundamentos de
Estatística e Geoestatística, Editora UNISINOS, (2003).
Capítulo 3, pp. 68-80.
- LEITURA OBRIGATÓRIA 3: FERREIRA,
R.S.; Método dos
mínimos quadrados. Em Matemática
aplicada às ciências agrárias: análise de
dados e modelos. Editora UFV, (1999), Capítulo 4, pp.
260-273.
- LEITURA
OBRIGATÓRIA 4: ANTON,
H.;
RORRES, C.; Ajuste de
mínimos quadrados a dados. Em Álgebra Linear
com
aplicações. Bookman, 2001, pp. 302-308.
- LEITURA
COMPLEMENTAR 1: STULP. S.; HAETINGER, C.; ET ALL; Amaranth food dye
photochemical and photoelectrochemical degradation. (Submetido).
[191 Kb].
- LEITURA
COMPLEMENTAR 2: MARMITT, S.;
SILVA, C.P.;
HAETINGER, C.; STÜLP, S.; Avaliação
da degradação do corante vermelho bordeaux através
de processo fotoquímico, Revista Engenharia
Sanitária e Ambiental 13(1) (2008), pp. 73-77.
[964Kb]
- LEITURA
COMPLEMENTAR 3: HAETINGER, C.; ET ALL: O impacto sócio-ambiental das
enchentes nas áreas urbanas dos municípios localizados
às margens do Rio Taquari - modelagem matemática das
cotas máximas de cheias. Parte integrante do
relatório da pesquisa de mesmo nome, liderada por E.
FERREIRA, Edital PROCOREDES.
- LEITURA
COMPLEMENTAR 4: SILVA, W.P. DA; ET ALL: LAB
Fit ajuste de curvas: um software em português para tratamento de
dados experimentais. Revista Brasileira de Ensino de
Física 26 (3), (2004), pp. 419-427. [720Kb]
- LEITURA
COMPLEMENTAR 5: HANSELMAN, D.; LITTLEFIELD, B.; Polinômios e ajuste de curvas
usando Matlab. Em Matlab
6: curso completo.Prentice
Hall, (2003), ISBN 85-87918-56-7.
- LEITURA
COMPLEMENTAR 6: NETO, F.D.M.; PEREIRA,F.R.; Determinação dos
parâmetros do motor. Em Modelagem
na indústria:
uma
viagem das Ciências básicas à Engenharia,
capítulo 3. Belo Horizonte-MG,
UFMG, I Bienal da SBM, (2002), pp. 43-64. [2,90Mb].
- LEITURA
COMPLEMENTAR 7: BLOCH, S.C.; Ajuste
exponencial. Em Excel
para Engenheiros e Cientistas.
Capítulo 5, Rio de Janeiro, LTC, 2004, pp. 62-65. ISBN
85-216-1395-4.
- LEITURA
COMPLEMENTAR 8: REMPEL, C.; Bioestatística 3 -
correlação. Notas de Aula (não
publicado). [127Kb]
- LEITURA
COMPLEMENTAR 9: REMPEL, C.; Correlação. Notas
de Aula (não publicado). [50,6Kb]
- LEITURA
COMPLEMENTAR 10: REMPEL, C.; Exercícios
de correlação. Notas de Aula (não
publicado). [54Kb]
- LEITURA
COMPLEMENTAR 11:
BASSANEZI,
R.C.; Regressão
ou ajuste de curvas. Em Ensino-aprendizagem com
modelagem matemática: uma nova estratégia.
São Paulo, Contexto, (2002), Capítulo 2, pp. 54-69.
- TAREFA
AVALIATIVA 2, GRUPO 1: ex 1, ex 2, ex 4
- TAREFA
AVALIATIVA 2, GRUPO 2: ex 1, ex 3, ex 4
- TAREFA
AVALIATIVA 2, GRUPO 3: ex 1, ex 5, ex 4
- TAREFA
AVALIATIVA 2, GRUPO 4: ex 1, ex 6, ex 4
- TAREFA
AVALIATIVA 2, GRUPO 5: ex 1, ex 7, ex 4
AULA 11 - sexta-feira - 13/06 - lab. inf.
101-11:
SISTEMAS LINEARES
- TÓPICOS
ABORDADOS: formulação de sistemas lineares,
soluções de sistemas lineares, resolução
por eliminação gaussiana, modelo de
interação populacional presa-predador,
utilização do computador para resolução de
sistemas lineares
- SOFTWARES:
Projeto Gauss, Matlab
- LEITURA OBRIGATÓRIA 1: FERREIRA,
R.S.; Sistemas de
equações lineares. Em Matemática
aplicada às ciências agrárias: análise de
dados e modelos. Editora UFV, (1999), Capítulo 5, pp.
289-303.
- LEITURA OBRIGATÓRIA 2: HAETINGER,
C.; DULLIUS, M.M.; Álgebra Linear e Geometria
Analítica. Univates, Notas de Aula, não
publicado. [0,98Kb]
- LEITURA
COMPLEMENTAR 1: RUGGIERO,
M.A.G.;
LOPES, V.L. da R.; Resolução
de sistemas lineares.
Em Cálculo Numérico: aspectos teóricos e
computacionais, segunda edição, Makron Books, (1998),
Capítulo 3, pp. 105-191.
- TAREFA
AVALIATIVA 2, GRUPO 1: 2
- TAREFA
AVALIATIVA 2, GRUPO 2: 3
- TAREFA
AVALIATIVA 2, GRUPO 3: 4
- TAREFA
AVALIATIVA 2, GRUPO 4: 5
- TAREFA
AVALIATIVA 2, GRUPO 5: 6
AULA 12 - sábado - 14/06 - lab.inf.
101-11: PROGRAMAÇÃO LINEAR
- TÓPICOS ABORDADOS:
introdução à Programação Linear,
método simplex - abordagem geométrica, exemplos, uso de
aplicativos computacionais para resolução de problemas de
Programação Linear
- SOFTWARES:
Winmatrix, Lindo
- PALESTRA
(10hs):
MÁRCIA REHFELDT - Aplicações de
programação linear e o uso do software LINDO
[143Kb]. Respostas
[41,5Kb]
- LEITURA OBRIGATÓRIA 1: FERREIRA,
R.S.; Programação
linear. Em Matemática
aplicada às ciências agrárias: análise de
dados e modelos. Editora UFV, (1999), Capítulo 5, pp.
303-313.
- LEITURA OBRIGATÓRIA 2: HAETINGER,
C.; DULLIUS, M.M.; Álgebra Linear e Geometria
Analítica. Univates, Notas de Aula, não
publicado. [0,98Kb]
- LEITURA COMPLEMENTAR 1: PERIN, C.; Introdução à
Programação Linear. IMEEC, Unicamp, Campinas,
2001, 177p.
- TAREFA
AVALIATIVA 2, GRUPO 1: 2
- TAREFA
AVALIATIVA 2, GRUPO 2: 3
- TAREFA
AVALIATIVA 2, GRUPO 3: 5
- TAREFA
AVALIATIVA 2, GRUPO 4: 1a
- TAREFA
AVALIATIVA 2, GRUPO 5: 1f
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OUTROS MATERIAIS |
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- MATERIAL 1: FILHO,
B.S. da S.; Curso
de MATLAB 5.1: Introdução à
Solução
de Problemas de Engenharia, 2a.
edição, Faculdade de Engenharia,
Laboratório de
Engenharia Elétrica,
Programa Prodenge/Sub-Programa Reenge, Universidade do Estado do Rio de
Janeiro - [1.275Kb]
- MATERIAL 2:
HAETINGER, C.; Introdução
ao Matlab e ao
Scilab. Lajeado, UNIVATES,
III SICOMPI, (2005).
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DISTRIBUIÇÃO
DOS CONTEÚDOS
PROGRAMÁTICOS POR AULA |
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Além dos
temas
indicados, cada aluno é
responsável por buscar aplicações dos
conteúdos trabalhados em aula referentes ao seu respectivo
curso de origem ou área de atuação
profissional.
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Programação
adicional:
- 16/05 -
às 18:30hs: PALESTRA: MICHAEL
MARQUES - Splines: conceito e
uso
- 14/06 -
às 10:00: PALESTRA:
MÁRCIA REHFELDT - Aplicações
de programação linear e o uso do software LINDO
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Data
da
última atualização: 16/10/2009 |
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Voltar |
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