Esta relação apresenta a grafia correta de alguns milhares
de palavras e expressões. Ela obviamente não substitui o
dicionário, mas atende a um objetivo imediato: a consulta
rápida ou a verificação da forma que o jornal adota
para determinados nomes comuns, geográficos, de empresas e de
produtos. Ela dá atenção especial a:
1 - Palavras nas quais a presença de letras de sons semelhantes
possa causar confusão (ss ou ç, i ou
e, c ou sc, o ou u, j ou
g, s ou z, etc.).
2 - Formas com ou sem hífen. Praticamente todos os casos de uso
jornalístico constantes do dicionário Aurélio
estão incluídos na lista (à exceção
daqueles
formados pela adição de prefixos, explicados um a um no
corpo do Manual).
3 - Nomes próprios e geográficos (à
exceção
de nomes de pessoas). A relação contém grande parte
daqueles que possam oferecer alguma dúvida. Nem sempre se
respeitou a forma oficial (o Estado usa, por exemplo, Nova
York e não Nova Iorque; Pirassununga
e não Piraçununga; Catar e não
Qatar, etc.). Por isso, é sempre conveniente recorrer
à lista, nestes casos.
4 - A grafia que o Estado adota para duas ou mais formas da mesma
palavra (assim, descarrilar e não descarrilhar,
desencarrilhar ou desencarrilar; suscetível
e não susceptível, etc.).
5 - Palavras e expressões estrangeiras (identificadas pelo sinal
* ) ou já aportuguesadas. Assim, surfe e não
surf, grife e não griffe,
tíquete e não ticket mas copyright e não
copirraite e layout e não leiaute. Verifique
sempre qual a forma que o jornal usa e
não deixe de consultar a relação quando tiver
qualquer dúvida sobre um termo ou expressão de outra
língua (a lista contém os mais usados em português).
6 - Finalmente, nomes de produtos ou empresas, nacionais ou
estrangeiros, foram relacionados, por causa de seu uso cada dia mais
freqüente no noticiário.
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